http://youtu.be/PT1pPIBEEWQ

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sexta-feira, novembro 23, 2012

PODCAST com LÉA FAGUNDES

Dentre os mais variados recursos tecnológicos, o podcast é o canal de comunicação, através do qual Léa Fagundes é entrevistada, contribuindo para a disseminação da informação, de maneira fácil, rápida e gratuita.
Então, nesse arquivo de áudio digital, podemos conferir a voz pausada e firme da professora Léa e sermos atingidos de uma maneira mais intensa, do que simplesmente ler o texto de sua entrevista.
O maior impacto da tecnologia digital, em relação à tecnologia analógica é justamente, o fato de provocar a expansão e a mudança dos poderes do conhecimento cognitivo, da inteligência funcionando, segundo a professora.
Se a própria especialista, referência nacional da cultura digital em sala de aula, afirma saber menos do que o seu aluno, posso fazer uma confissão.
Eu não estou preparada para a cultura digital...! Nesse sentido, posso estar na era paleozoica, ou até mesmo, pré-cambriana de minha desenvoltura digital. Mesmo assim, continuo correndo atrás, porque acredito que posso chegar lá.
Ser desafiada a cada dia, a romper com o paradigma da aprendizagem linear e compartimentada, ousar correr riscos em busca das transformações da escola e aprender a caminhar junto com as mudanças...
Imaginando o mar imenso, de onde eu pego um punhado de água, nas mãos em concha... Não devemos nos contentar com esse punhado, não! Mergulhemos, de corpo e alma, nesse intenso mar da cultura digital!

quinta-feira, novembro 22, 2012

REFLEXÃO SOBRE A APRENDIZAGEM-EIXO III



Os mapas conceituais são diagramas de significados, de relações de significados. Nesses mapas, tudo pode ter relação com tudo, ou pelo menos, com quase tudo. É como se esses mapas expressassem nossos pensamentos, só que de forma mais organizada e mais inteligível, por causa de sua natureza esquemática.
Com os mapas conceituais, podemos potencializar a aprendizagem sobre qualquer tema mapeado. Se aprendemos coisas novas todos os dias e se, a cada momento mudamos nossa forma de pensar, então os significados que damos às coisas também mudam sempre. Daí é que podemos concluir que os mapas conceituais nunca estarão prontos, finalizados! Eles podem e devem ser revisados e melhorados, ao longo do tempo.
Esse mesmo raciocínio ocorre quando se trata da integração das tecnologias ao currículo no desenvolvimento de projetos. Tanto o currículo, como o projeto devem ser revisados e revisitados sempre para ajustes, para melhoria contínua, a fim de promover a aprendizagem significativa. Esse trabalho hercúleo torna-se minúsculo, quando aliado às tecnologias.
Como toda cultura, a cultura digital tem as suas especificidades. E o que ela tem de único, de particular, de interessante e que é dela, sem ser do impresso, sem ser da oralidade e que não se encontra em nenhum outro tipo de interação... Isso é que deve ser explorado na escola!

domingo, novembro 18, 2012

REFLEXÃO SOBRE A APRENDIZAGEM - EIXO II

Quando o sábio grego descreve os frutos da educação como doces, apesar de suas raízes amargas ele quer nos exortar a buscar o caminho da aprendizagem, sempre.
Da educação alimentar podem-se depreender conclusões semelhantes. Geralmente, os alimentos menos apetitosos são saudáveis e deles podemos obter benefícios multiplicadores.
Assim é que a Pedagogia da Esperança de Paulo Freire parece um emaranhado de um jogo de palavras do aqui com agora e lá e mais acolá. Mas também, é a chave, com a qual abriremos portas. Portas que normalmente não se abrem facilmente.
Ele pontua a necessidade de se considerar sempre os saberes e experiências dos alunos, a partir dos quais é que o professor estabelece sua prática pedagógica, integrando o currículo à tecnologia educativa.
O professor existe para o aluno, em primeiro lugar. Depois é que se pode colher frutos adocicados... Palavra de Aristóteles!

sábado, novembro 17, 2012

REFLEXÃO SOBRE ARTIGO DE LÉA FAGUNDES

O fluxo de discussão e reflexão sobre a nossa postura em relação à integração das tecnologias ao currículo nos remete a um fato importante: estamos vivenciando a cultura digital!
A capacitação do professor para essa vivência plena começa no enfrentamento de desafios para novas aprendizagens. Essa abertura para o novo impulsiona o professor a seguir adiante. Esse enfrentamento do desconhecido é o discurso ideal que o professor tem para o aluno e prescinde de qualquer palavra.
Da criatividade e sensibilidade do professor nascem projetos que visam à preparação dos alunos em cidadãos. Esse é o nosso objetivo maior.
Quando pensamos em como implantar as novas tecnologias à prática pedagógica ou como transferir a cultura digital para a escola, na verdade estamos praticando um discurso complicador. Segundo a professora Léa Fagundes, nada disso é necessário. Basta não impedir o fluxo de sua passagem!
A proibição do uso de aparelho celular na escola é um exemplo de bloqueio à cultura digital. O que pode ser feito em favor da aprendizagem do aluno é orientar sobre o uso adequado desse e de outros meios digitais.
A professora menciona as estatísticas brasileiras de maneira positiva, analisando dificuldades e pontos fortes da inclusão digital. Esse otimismo e conhecimento atualizado são competências desejáveis para todos nós, professores ou não, cidadãos do mundo.

segunda-feira, novembro 12, 2012

Reflexões sobre a aprendizagem - Eixo I

Quando ainda não estava familiarizada com o conceito de currículo por projetos, tive uma péssima ideia, uma ideia preconcebida a respeito.
Cheguei a pensar que o professor não quisesse dar aulas, “ensinar” e fizesse o aluno realizar todo o trabalho no lugar do professor. E ainda por cima, o professor divulgava, aos quatro ventos, orgulhosamente, sobre o fato de os alunos terem feito tudo sozinhos, um trabalho que deveria ser do professor! Ledo engano!
Agora que estou do outro lado da meia-noite, não só no papel de mãe de aluno, mas também como professora, percebo ainda latente, essa resistência a qual minha tutora, Profª Marineide, havia mencionado. Essa resistência nos remete ao próprio conceito de projeto.
Um projeto se caracteriza pela dúvida sincera. Portanto, ela deve ser coerente.
Vencidas essas etapas, chegamos à etapa crucial: expor nossa fraqueza.
Isso incomoda. Isso dói... Pois, um projeto nasce de alguma deficiência, do aluno e do professor, por que não? Por isso, o projeto contempla todos os envolvidos, do processo até a sua culminância.
Desenvolver um projeto, portanto, é desnudarmo-nos em humildade e olhar para as nossas fraquezas e transformá-las em pontos fortes.

Assim, poderemos nos cingir da vestimenta dos conceitos que arregimentarão a nossa prática pedagógica.

domingo, novembro 11, 2012

Projeto ODE À TABUADA.elementos

O projeto deve partir de alguma carência percebida no grupo envolvido. Os elementos que compõem um projeto são:  
- Justificativa
- Objetivos
- Duração
- Público Alvo
- Desenvolvimento (atividades)
- Recursos Materiais
- Avaliação
- Bibliografia

quinta-feira, novembro 08, 2012

Projeto e suas características

Um projeto nasce, a partir de uma dúvida sincera, contundente.
Considerando o interesse dos alunos em desenvolvê-lo, o professor vai traçando a abrangência da intencionalidade pedagógica do projeto, dentro dos Parâmetros Curriculares Nacionais – os PCNs.
A articulação do projeto com a ideia de cidadania se deve ao fato de o trabalho em grupo, em busca de um resultado, uma meta comum, representar o próprio exercício de cidadania.
Os alunos, enquanto sujeitos da aprendizagem, encontram toda a liberdade para criar, representar e construir o conhecimento.
Cabe ao professor, parceiro dos alunos, identificar as dificuldades e descobertas dos alunos e intervir em seu processo para provocar o desenvolvimento.
Quanto à integração de duas ou mais áreas de conhecimento em um único projeto, ou seja, a interdisciplinaridade é uma tendência da maioria dos projetos. Ele pode iniciar nesse formato, para depois, ao longo de sua evolução, escolher-se focar uma área específica. Podendo ocorrer também, o inverso. Iniciar o projeto focado em um determinado conceito, para depois se abrir e articular conceitos de outras áreas.
Assim, flexível e aberto, parecendo algo simples e fácil de ser executado... Será?

quarta-feira, novembro 07, 2012

Zona proximal de desenvolvimento

Dentre os conceitos de vários educadores importantes, detive-me nos de Vygotsky, mais pelo papel determinante que ele empresta ao professor, no processo de aprendizagem do aluno. Vygotsky percebeu que, duas crianças com o mesmo nível de desenvolvimento real teriam diferenças na aprendizagem posterior, conforme seus contextos sociais. Logo, a criança que recebesse a orientação adequada do professor alcançaria um nível elevado de aprendizagem, em relação àquela que não recebesse essa resposta social. A esse desenvolvimento potencial, o psicólogo soviético deu o nome de zona proximal de desenvolvimento. O foco do professor, portanto, jamais deverá ser sobre os louros e medalhas recebidos pelo aluno e sim, sobre o seu potencial de aprendizagem, sobre o que o futuro reserva para a criança assistida pelo professor. No trabalho por projeto, que tem cunho coletivo, cada integrante realizará sua contribuição ao projeto, segundo sua ZPD (zona proximal de desenvolvimento). O aluno se sentirá motivado ao ser desafiado a resolver questões gradativamente difíceis. Questões aquém ou além de seu potencial e, portanto, fora de seu ZPD serão improdutivas, colocando em risco o andamento do projeto. O conceito de ZPD se aplica em outras interações sociais, não só na relação criança-adulto, mas adulto-adulto, por exemplo, resultando no autoconhecimento e no conhecimento do outro, possibilitando um relacionamento pautado na crítica construtiva e, ao mesmo tempo, na aceitação dessas críticas, como forma de alçar voos mais altos. Cabe ao professor, portanto, identificar, mediar e ativar a zona proximal de desenvolvimento de cada aluno, segundo Vygotsky.